102714 1517 Afinalagora1 Afinal, agora são dois Brasis

 

Pensando bem, a divisão já está feita. Foi decretada por um “sábio” sem diplomas e que não gosta de ler, quando separou o país em miseráveis de um lado, doravante o Brasil do Norte, formado pelos povos do nordeste e as elites paulistas, doravante o Brasil do Sul, do outro, incluindo todo o sul e sudeste nessa cesta (a dos paulistas). Minas Gerais sempre foi um estado dividido, é histórico. Metade sempre foi miserável, sua parte norte e a outra metade, o sul de Minas, também é formada pelas “elites”. Goias estaria mais para o Brasil das “elites”. A região norte do antigo Brasil acabou cooptado pelos nordestinos, nas últimas eleições, mas há grande probabilidade de cair nas mãos de algum “amigo” alienígena. Os maiores candidatos seriam Rússia (via Cuba e Venezuela) e EUA (via Colômbia). Alemanha e Japão correm por fora. Todos eles já fincaram bandeiras na região, via ONGS em trabalho missionário pró índios, traidores brasileiros trabalhando pare eles e sem falar no poderio bélico dessas nações.

Nós já temos dois brasis e Dilma não governará o Brasil das “elites”, ainda que queira. Ela será avacalhada até, pelas “elites” muito mais do que já tem sido. Já virou piada e vai virar “A Grande Comédia”, claro. Los Miserables continuarão servindo-a obnóxios, até o fogo começar a queimar suas peles e/ou enquanto receberem grana e outras benesses sem precisar trabalhar. Mas quando a grana das elites começar a desaparecer, a onça irá à fonte beber água, e vaca atolará no brejo, para ser mais claro. Esses serão os brasileiros que ela governará com seus mentores bolivarianos comunistas.

Alguns dos brasileiros das elites acreditam que poderíamos repetir o Vietnã, perdermos metade do país em um primeiro momento, para recuperá-lo depois, quando eles estiverem no maior desespero, literalmente sem bolsa e sem água. Os nordestinos não devem se iludir, faltará água por lá breve, também, e será muito pior do que está acontecendo no sudeste, onde o problema é só de gestão. Lá a desertificação é o inimigo, também. A transposição dos dois grandes rios poderá ser um grande equívoco, segundo vários especialistas que já manifestaram suas opiniões. Nos EUA, um simples desvio de um rio transformou New Orleans em uma cidade fantasma e era uma tremenda cidade. Não gosto dessas soluções muito comuns aos cirurgiões que arrogam fazer cirurgias sem saber direito quais as consequências delas. Eu que o diga.

Na periferia de São Paulo há um enorme contingente de nordestinos. Essa é a população que está servindo-se dos tais “programas sociais” de base, nas áreas de saúde, moradia e transportes, principalmente. Temo que a vida deles comece a ficar mais difícil, daqui para frente.

Não creio seja necessário que o Geraldo Alckimin vá a cavalo até o Ipiranga gritar alguma bobagem tipo aquela “Independência ou Morte”, seguido de dez ou doze secretários em lombo de burro. O cara já fez o serviço, agora é só assumir. Nunca antes na história desse país eu tinha ouvido as pessoas falando, escrevendo e saindo do armário como agora. Claro que a presidanta tratará de reforçar essa decisão, cada vez que abrir aquela boca cheia de dentes saltados pra fora e vomitar seu “saber” (sic). Tampouco, será necessário demarcar terras, fazer mapas, novas bandeiras e hinos. Está tudo pronto, pois estamos vivendo divididos há muito tempo. Nos últimos tempos, a coisa só se agravou e agora chegou ao limite, graças à sabedoria petista. Os caras são craques em atirar no próprio pé.

Como sugestões, está faltado às “elites” começar a fechar as burras. Cortar a grana é uma arma poderosa. Podem começar cortando as doações para projetos direcionados ao inimigo. Claro que está na hora dos governos da região das elites começar a trabalhar exclusivamente para sua população. uma medida mais do que urgente é impedir o voto dos não nativos nas eleições locais. Isso evitaria prefeitos desse partido excêntrico. Claro que os não nativos poderiam votar, mas no pleito de suas cidades natais, com o tal voto em trânsito. Votar enquanto estiver recebendo Bolsa Família, nem pensar. Isso poderia e deveria ser adotado nos dois brasis. Obviamente, o Brasil da presidanta não adotará tais sugestões, pois ai jaz o segredo de seu sucesso temporário.

Para ser mais claro, chegou a hora das “elites” se mexerem, não no sentido de sacramentar essa divisão, mas de defender-se e salvar o que ainda não se perdeu. Por hora, já estamos vivendo um Brasil dividido, agora oficialmente, pois a divisão foi decretada por um ex-presidente, padrinho da atual presidanta e por ela própria ao anunciar em seu discurso de vitória que fará o tal plebiscito divisório.

Só as elites poderão salvar o país, como um todo. Les Miserables já estão comendo nas mãos dos traidores da pátria, mas prescindirão daqueles a quem odeiam agora, paradoxalmente. Isso, caso a providência divina não resolva dar o ar de sua Graça, primeiro através de algum profeta bonzinho propondo salvação para todos ou, em caso contrário, via alguma catastrofezinha da hora. Não descartaria um baita maremoto seguido de alguns terremotos e furacões. Mas lembrem-se que isso ainda não será o fim. Quem tem o hábito de orar, rezar e essas excentricidades, o momento é esse.

Então, pra que esperar. Assumamos logo nossa condição verdadeira, somos dois brasis agora, o das “elites” e o dos “Les miserables”*.

morcego 12 150x150 Afinal, agora são dois Brasis* Miseráveis ou Les Miserables: Designação sinonima para a população nomeada de “os pobres” por Lula.

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Fala sério! Nossos políticos são o limbo do pior que existe entre a raça humana. Né não? Esperar chuvas para resolver o abastecimento de 101814 1649 Planetaguas1 Planeta Água sem água para a populaçãoágua em uma cidade e adjacências onde há 20 milhões de pessoas é de amargar. Quando moramos em Sorocaba houve um acidente (estourou carcomido pelo tempo) com uma adutora (um cano véio por onde a água vinha da represa de Itupararanga – represa entre Votorantim e Piedade, completamente abandonado entre morros e savanas) e a cidade (600 mil habitantes) ficou sem água por cerca de dez dias. Naquela época pensei na precariedade da coisa, na falta de estrutura adequada, na incompetência. Esses caras nunca jogaram SimCity, na melhor das hipóteses. Para ser prefeito de qualquer cidade, mesmo as de mil pessoas, um cara deveria ficar jogando SimCity um ano antes de assumir. Para uma cidade como São Paulo, pelo menos uns dez anos antes. Claro que há formações melhores que essa e necessárias, mas um imbecil desses precisa, ao menos, ter alguma noção de como se desenvolve a estrutura desses lugares. E isso o SimCity possibilita.

Nossa quanta dó de meu antigo colega de Ginásio Vocacional, o Guilherme Arantes 101814 1649 Planetaguas2 Planeta Água sem água para a populaçãoe aquela utopia linda dele com o tal Planeta Água. Pois sim…

Agora, governador, secretários, presidente da Sabesp, mídia (começando pela rede Globo), igreja, família e escola, todos unidos num só louvor: Deus, mande chuvas por favor. Que absurdo! Se fosse eu, não mandava. Imagine Deus, então, com aquelas manias de nos ensinar alguma coisa, sempre.

Caspite! Num é de chuva que nós precisamos para resolver problemas de abastecimento de água. Isso é, no mínimo, desdenhar do Criador. Ceis lembram do primeiro ano primário? Fusão, Solidificação, Evaporação, condensação, sublimação (veja lá o que ensina o professor Ademir), nossa quanto esforço pra memorizar palavras tão complicadas, pra que? Pros caras virem agora me tratar como se nem primário eu houvesse feito. Meu, manda esses caras irem plantar batatas, po! Certamente morreriam de fome, essa corja! Por isso é que eles não querem nem ouvir falar em currículo escolar. Por eles, currículo seria um saco vazio, oco, se possível sem ar dentro. Quanto menos souberem, melhor.

101814 1649 Planetaguas3 Planeta Água sem água para a populaçãoÁgua há aos montes. A água, assim como a terra, não tem como deixar o planeta. Nem o benefício da morte ela tem. Está aqui e ficará até o final dos tempos. Você e eu passaremos mas ela não. Aliás, dizem que a maior reserva de água do planeta está bem abaixo de nós, paulistas, sem falar nos mares e rios que dispomos. Dizem lá na padaria que um dos próximos projetos do PT será poluir os mares. Água limpa é coisa das elites, segundo eles. Do outro lado, membros dos partidos antagônicos não fazem nada para despoluir os rios para que os mais pobres tenham onde morar, segundo dizem a boca pequena.

Não se trata desse ou daquele político. Todos eles estão irmanados, não importa o partido, em certo sentido. O que vale no meio político é, “num faiz que eu também num faço”. Embora, em minha opinião, depois da safadeza, está presente em cada um desses caras, independentemente de ter ou não algum diploma (sic), a mais elevada incompetência da paroquia, digo, da política. Às vezes eu confundo a coluna satânica. Já contei pro ceis, várias vezes, a história de quando fui convidado para ser síndico do prédio onde morávamos lá na Cardoso de Almeida, nas Perdizes. Cara, pelo menos naquela oportunidade, Deus me iluminou e tive a sensatez de não aceitar. Era completamente incompetente para tal função. Imagine, então, governar cidades e estados como os “São Paulo”. Se eu fosse governador de minha cidade, a primeira coisa que faria não seria construir uma rede de águas competente e adequada, mas trocar o nome dela para Corinthians. Entendeu porque eu não sou a pessoa certa? Adoro minha cidade, apesar do nome horroroso dela. Fazer o que, nada é perfeito nesse mundo inventado por Deus. Se fosse Palmeiras ou Santos seria muito pior.

A parte da imperfeição Ele deixou por nossa conta e nós nunca o desapontamos. Para caprichar, criamos a classe política e de dois em dois anos vamos lá sufragar e hipotecar apoio a essas quadrilhas que irão nos roubar, mentir para nós, providenciar insegurança, sujeira, precariedade nos serviços de saúde, educação, transportes e o resto que você está careca de saber. Vai lá meu, vai votar pro próximo presidente (a) te ferrar de tudo que é jeito.

E água que é bom, nóis num reve. Mas temos de montão.

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Templos de pedras

by Lou Mello on 7 de October de 2014 · Comments

in apocalípticas

100714 0311 Templosdepe1 Templos de pedras

 

“Chegarão dias, nos quais,

de tudo o que vedes aqui

não será deixada pedra sobre pedra

que não seja derrubada”.

Jesus de Nazaré em Lucas 21: 6

Hoje à tarde, falei com o Pr. Neto ao telefone e reiterei minha disposição em ajuda-lo no que precisar. Durante a via sacra que caminhamos, desde o ano passado, ele foi um dos nossos ajudadores destacados. Não ouso pensar em retribuir, pois não creio ser capaz e/ou ter tempo para fazê-lo à altura de sua generosidade. Ele está construindo o templo da igreja que dirige, junto com sua pequena congregação, em um terreno de não mais de dez metros de frente por quarenta ou cinquenta de fundo. Será pouco mais de um armazém, com um pequeno praticável para os instrumentos e um púlpito bem simples na frente dele, onde o Pr. Neto continuará fazendo seus sermões simples e práticos para sua congregação sentada em cadeiras plásticas brancas. Estou disposto a fazer qualquer coisa que ele me peça e imagino ser útil para conversar com o pessoal, contribuir para o crescimento, ouvir muito, abraçar o angustiado, alegrar o triste e dividir com o necessitado. Todo esse exercício, inclusive a construção poderá ser enriquecedora para aquelas pessoas e ficarei feliz de ter contribuído de alguma maneira.

Enquanto isso, o tal Bispo ergue à custa de milhares de dinheiros um templo ao denomina “Templo de Salomão”. Imenso, à semelhança do templo derrubado de Jerusalém, que fora reconstruído por Salomão, em seus grandes dias. Olhando de fora, é bem provável que o “templo de Salomão” do bispo seja muito mais vistoso do que o original. Por dentro, é capaz de abrigar milhares de pessoas a cada reunião. Ele fez o “The Best”, mas há muito outros de grandes proporções por aí, reunindo multidões para cultuar, sabe-se lá quem.

Mas se estas palavras acima, ditas pelo mestre (rabi) de Nazaré, há mais de dois mil anos, estiverem se materializando em nossos dias, estaremos todos na contramão delas. Nesse caso, seria mais oportuno e sensato desconstruir ao invés de construir, se não me engano. Não sei porque nós nunca acreditamos na possibilidade disso acontecer conosco. Achamos que será depois de nós ou mesmo, bem depois.

Nos últimos dias, exacerbaram-se os acontecimentos relacionados à mais uma eleição para a presidência em nosso país. Enquanto pessoal trocava elogios e farpas pra lá e pra cá, causou-me estranheza o envolvimento dos beneditos cristãos em todo esse processo. Um dos candidatos, em verdade, uma senhora, apresenta-se como cristã evangélica (talvez seja mesmo, não investiguei a fundo) e essa “qualidade” parece ter embriagado os que sentem-se evangélicos nesses dias. Entendo perfeitamente, Jesus referiu-se à perseguição que viria a todos os seus seguidores, causando inclusive o esfriamento da fé de muitos. Tenho como líquido e certo que todo esse engajamento político, com imensos depósitos em favor de um ser humano governante que acreditam ser o salvador de evangélicos perseguidos pelos ímpios e aplacador de nossas dores, seja sinal evidente desse esfriamento da fé.

Eram todos fieis esperançosos da providência divina em todos os sentidos e, sutilmente, provavelmente sem se darem conta, estão depositando suas esperanças em outro ser humano, como qualquer um de nós, como se Deus fosse. Ah, enfim nossa liberdade estará preservada, de novo. Teremos paz, os marginais deixarão de roubar, matar e abraçarão suas bíblias pregando em praça pública o evangelho com suas boas novas. Os serviços públicos de saúde, educação e transportes serão transformados por milagres em condutores de saúde perfeita, sabedoria e deslocamentos levitáveis. Recuperaremos, então, nosso orgulho e não precisaremos mais esconder nossa identidade evangélica atrás de subterfúgios ou declarações do tipo: “Olha, eu não sou evangélico, viu?” Santa imbecilidade. Mais provável ser a tal história dos cegos sendo guiados por outro cego. Não cairão todos no abismo?

Não quero fazer parte de uma igreja, como fiz em boa parte de minha vida, porque esse tempo já passou para mim. Quero reter o que puder guardar o que conseguir da Bíblia em minha mente (coração) e ações. Fazer meus atos devocionais onde estiver, no meu quarto, nas ruas ou em alguma cela de uma dessas prisões infames, como está previsto pelo profeta nazareno até que a morte venha me buscar. Se pudesse sugerir algo aos cristãos, e também às pessoas de outras seitas e religiões, diria que nosso lugar não é na construção de templos, tampouco na eleição de presidentes, governadores, etc. Mas o ideal seria estarmos proclamando como pudermos, nas ruas, o amor ágape de Deus até que tudo esteja consumado.

Reparem no mundo. O que lhes parece? Os acontecimentos lhes dizem alguma coisa? Guerras, países contra países, irmão contra irmão, filhos contra pais, homens versus mulheres e vice-versa, furações, terremotos, maremotos, orgias sexuais, homens e mulheres se batendo em arenas com transmissão direta de TV para nosso deleite, queda da moralidade, desequilíbrio climático, desarrumação ecológica e ambiental, que mais? Alguém, ou algum ser humano conseguirá parar isso? Claro que não. Ah, mas o mundo ainda durará milhares de ano. Afinal os cientistas ainda não conseguiram aprontar a máquina (Grande Colisor de Hádrons) que encontrará o bóson de Higgs e, muito provavelmente, explodirá o universo outra vez e começará tudo de novo, como deve ter acontecido outrora causando o tal Big Bang originando a todos nós.

Para mim tanto faz se será uma coisa, a outra ou as duas ao mesmo tempo. O fato é, a coisa está acontecendo e não sei se estamos fazendo as escolhas corretas. Com certeza o tempo para mim está curto demais para fazer experiências. Os sinais se evidenciam a todo instante, cada vez mais e prefiro me dedicar ao estudo da palavra, à meditação e às minhas orações. Quando der, participarei de uma reunião aqui ou acolá e no mais, trabalhar para salvar o quantos puder e pelo pão de cada dia, enquanto for possível e se permitirem. Salvo algum engano, claro.

morcego 12 150x150 Templos de pedras

OPs: Ainda estou precisando de uma cadeira de rodas para doar ao Lar Betel em São José dos Campos – SP

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